Campanha Nacional Contra a Gripe Atinge 90% da População

Junho Vermelho – #DoeSangue #DoeVida
18 de junho de 2019
O Ministério da Saúde confirmou 596,38 mil casos de dengue até o dia 10 de junho deste ano. Além disso, foram registrados 1,127 milhão de casos prováveis, ou seja, que ainda não foram confirmados. Com relação ao ano anterior houve um aumento de 560% nos casos prováveis, quando foram apontados 170.628 casos.
O número de mortes por dengue mais que dobrou em 2019, foram registradas 366 mortes até o momento. Em 2018, o Ministério da Saúde havia confirmado 139 mortes.
“Observa-se aumento da taxa de letalidade no grupo de faixa etária acima de 60 anos, o que corresponde a 51,3 % (188) do total de óbitos do país”, informaram.
De acordo com o boletim epidemiológico, neste ano a maior incidência de dengue tem sido nas regiões Sudeste e Centro-Oeste. O estado de Minas Gerais lidera o ranking, com 1.084 casos a cada 100 mil habitantes, seguido por Goiás (1.230 casos/100 mil habitantes) e Mato Grosso do Sul (1.164 casos/100 mil habitantes).
Chikungunya e zika
Foi informado também que foram registrados 64,83 mil casos prováveis de chikungunya até o dia 10 de junho de 2019. Neste mesmo período, houve 15 mortes confirmadas.
Além disso, foram registrados 6,53 mil casos prováveis de zika em 2019. Em 2018, o ministério havia confirmado 5,09 mil casos. Não há mortes confirmadas por zika.
A vacinação contra gripe no Brasil atingiu 90% de cobertura, segundo o Ministério da Saúde. Foram imunizadas 53,5 milhões de pessoas do grupo prioritário e mais 5,6 milhões da população em geral. Mesmo com a meta nacional atingida, nem todos os integrantes do público-alvo e estados do país cumpriram com os 90% estabelecidos.

 

Tabela de cobertura vacinal por UF – Dados de 10 a 31 de maio

Estado
Público-alvo
Vacinas aplicadas
Cobertura
Rondônia
430.942
418.304
97,07
Acre
242.134
210.643
86,99
Amazonas
1.134.938
1.158.038
102,04
Roraima
193.706
184.741
95,37
Pará
2.095.999
1.925.084
91,85
Amapá
203.313
203.754
100,22
Tocantins
423.089
389.874
92,15
Maranhão
1.877.403
1.796.351
95,68
Piauí
905.543
823.073
90,89
Ceará
2.563.445
2.413.858
94,16
Rio Grande do Norte
993.277
955.515
96,20
Paraíba
1.185.997
1.108.099
93,43
Pernambuco
2.644.685
2.626.966
99,33
Alagoas
876.935
860.108
98,08
Sergipe
567.774
525.832
92,61
Bahia
4.107.807
3.531.297
85,97
Minas Gerais
6.077.516
5.733.883
94,35
Espirito Santo
1.053.545
1.019.110
96,73
Rio de Janeiro
4.902.445
4.260.307
86,90
São Paulo
13.477.738
11.421.160
84,74
Paraná
3.352.193
2.911.878
86,86
Santa Catarina
1.987.390
1.724.833
86,79
Rio Grande do Sul
3.829.699
3.311.910
86,48
Mato Grosso do Sul
801.907
719.872
89,77
Mato Grosso
859.343
807.113
93,92
Goiás
1.862.979
1.725.457
92,62
Distrito Federal
817.939
754.522
92,25
BRASIL
59.469.681
53.521.582
Trabalhadores da saúde, puérperas, indígenas, idosos, professores e funcionários do sistema prisional também estavam incluídos no grupo prioritário para vacinação e atingiram a cobertura exigida pelo governo.
A campanha exclusiva para essa população encerrou em 3 de junho.
Até o último dia 1º de junho, foram registrados 1,560 casos de influenza, com 281 mortes. Destes, 1.274 tiveram o subtipo identificado: 844 foram casos de H1N1, 211 de H3N2, 69 de influenza A e 150 de influenza B.
O número total de mortes é menor do que no ano passado. Neste mesmo período de 2018, a gripe havia matado 335 pessoas. No entanto, o número de casos de H1N1 aumentou. Em 2018, este vírus estava relacionado com 65% das mortes até a Semana Epidemiológica 21. Neste ano, o aumento foi de quase 10 pontos percentuais.
O estado brasileiro com a maior cobertura vacinal contra a gripe é o Amapá, com 100%. Em segundo lugar está Rondônia, com 97%, e Espírito Santo, com 96%. Com o menor índice está São Paulo, com 84%, seguido por Bahia, com 85%, e Rio Grande do Sul, com 86%.
A vacina não é capaz de causar a gripe em quem recebe.  Ela permite que o paciente fique imune aos tipos de vírus mais comuns em circulação sem ficar doente.
A versão produzida para 2019 protege contra os três subtipos do vírus da gripe que mais circularam no último ano no Hemisfério Sul, de acordo com determinação da Organização Mundial da Saúde (OMS): H1N1, H3N2 e linhagem B/Victoria/2/87.
https://g1.globo.com   https://www.minhavida.com.br/    http://www.saude.gov.br

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