Esterilização de material cirúrgico: Conheça sua importância

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O processo de limpeza e esterilização de material cirúrgica é uma parte fundamental das instituições de saúde. A assepsia desses equipamentos ajudam a garantir maior segurança para os pacientes, eliminando microrganismos e sujeiras.

 

O que é a esterilização de material cirúrgico?

A prática de esterilização é usada desde o século IX a.C. Homero indicava a utilização do enxofre como desinfetante. A partir daí, o processo vem usado para certificar a segurança e a saúde dos pacientes e dos profissionais da saúde.

A esterilização é o procedimento que destrói todas as formas de vida microbianas que podem causar qualquer tipo de contaminação de objetos, materiais, produtos. Organismos como fungos, bactérias e vírus são eliminados durante a esterilização.

Para atestar a eficácia do procedimento de esterilização, os microrganismos devem sobreviver numa probabilidade menor que 1:1.000.000.

 

Vantagens da esterilização de material cirúrgico

As instituições de saúde devem fazer a esterilização de material cirúrgico frequentemente para garantir várias vantagens. As principais são:

  1. Aumento da segurança para profissionais e pacientes;
  2. Otimização e economia de recursos;
  3. Aumento da vida útil dos materiais cirúrgicos;
  4. Maior eficácia na eliminação de microrganismos.
  5. Obediência às normas estabelecidas pela Anvisa.

 

Tipos de esterilização de material cirúrgico

Existem vários tipos de esterilização de material cirúrgico. Cada modelo vai depender do tipo de equipamento. Eles são divididos entre químicos, físico-químicos e físicos.

Químicos

O processo de esterilização químico é utilizado para equipamentos termossensíveis e críticos, que não resistem às altas temperaturas. Os principais compostos químicos usados nos produtos hospitalares e laboratoriais são:

  • Glutaraldeído – usado nos tubos de poliestireno, drenos, cateteres, enxertos de acrílico;
  • Formaldeído – indicado para enxertos de acrílico, ventriloscópios, artroscópios, lapraroscópios, tubros, drenos e cateteres.
  • Peróxido de hidrogênio – usado em lentes de contato e capilares hemodializadores.
  • Ácido peracético – é biodegradável, toxicidade baixa e com ação rápida, mas danifica metais.
  • Óxido de etileno – gás bastante usado para esterilizar materiais hospitalares e laboratoriais, por conta do custo/benefício.

 

Físicos-químicos

O procedimento de esterilização físico-químico une os dois processos para serem realizados à baixa temperatura, utilizando plasma de peróxido de hidrogênio e formaldeído.

 

Físicos

A esterilização de material cirúrgico por processos físicos utiliza várias fontes como radiação, calor, entre outras. De acordo com as normas da Anvisa, a eficácia desse método vai depender do tempo de exposição, da temperatura, pois a sensibilidade dos microrganismos varia. Os principais métodos físicos são:

  • Radiação não ionizante: luz UV.
  • Filtração: discos de amianto, filtros “millipore”, filtros de celulose, filtros de vidro poroso, velas porosas.
  • Calor seco: incineração, flambagem e estufa.
  • Radiação Gama: energia gerada por Cobalto 60.
  • Calor úmido: pasteurização, fervura e autoclavagem.
  • E-beam: feixe de elétrons
  • Radiação ionizante

 

Eficácia da esterilização

Independentemente do tipo de esterilização de material cirúrgico selecionado, seu objetivo é sempre o mesmo. Tornar livre os equipamentos de microrganismos patogênicos, para serem reutilizados com segurança em procedimentos novos.

Dessa forma, o processo de esterilização é tão fundamental para os procedimentos cirúrgicos quanto uma equipe especializada. Quer saber mais? Conheça os produtos hospitalares da Tecno 4.

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